Com os braços envoltos em seu pescoço ela cantava baixinho ao pé do ouvido. Pronunciava palavra por palavra saboreando cada uma delas. Mudava o ritmo da música transformando a canção em versos que são declamados.
Os braços dele envolviam sua cintura, obrigando-a a ficar bem próximo. Seus pés se mexiam lentamente sobre a grama molhada como se dançassem. Ela equilibrava-se nas pontas dos dedos, descalça.
A canção acabou. Sorrisos. Ele a beijou no pescoço causando arrepios.
- O seu afeto é o melhor presente que se pode ter sem comprar.
Ela sorriu embora ele não pudesse ver. Fechou os olhos e as lágrimas escorreram pela sua face.
- Como disse o poeta, verbo amar não se conjuga no passado.O amor não acaba, apenas muda de forma.
Silêncio. Tomou coragem e terminou:
- Eu amo você. Muito.
A noite ficava ainda mais escura com as nuvens carregadas que brigavam por espaço no céu.
A garota beijou-lhe o pescoço. Percorreu um caminho até o queixo. Afastou o rosto para olhá-lo nos olhos.
-Posso dar meu presente?
As primeiras gotas começaram a cair. Ambos olharam para cima. Ela o beijou. A chuva ficava cada vez mais grossa e não dava sinais de que cessaria.
Em poucos minutos estavam completamente molhados. Ela sorriu mais uma vez, encostou seu rosto no dele e recomeçou a cantar.
você sabe que eu amo essas coisas na chuva ne? kkkkkkkk
ResponderExcluirpra variar ta lindo e perfeito.
teamo aline
by: nani
kkkkkk, pois é, neh?
ResponderExcluirAmamos chuva, então.!
kkkk
Own, obrigada, Nani.
Amotetbm.